segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
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A noite, à meia luz
Aos olhos das estrelas
Acompanhada de um vazio indescitivel
Ao som das promessas ouvidas
Te esperei como num sonho
Ao súbito do anseio frustado.
Recorro a melodia de poemas imediatos
Em contraste com o desejo, no momento, insasiável.
O corpo pede a presença a alma expressa decepção
O que tem a ser registrado é confundido:
Quem sabe um desabafo, talvez declaraçao
A brisa da noite
Traz consigo as palavras.
Palavras essas que decifram sentimentos,
Que compoem pensamentos,
Que ilustram sensaçoes.
E naturalmente, assim como sorrio ao seu lado
Estes versos foram dedicados.
Mas o seu nome nao escrevi,
Eles ficarao guardados
Caso volte para mim.
Nao sei ao certo o que aconteceu
Foi muito rapido, nao aprendi
Parece ter acabado mas quem sabe logo alí
O destino nos reapresenta
E você pede para eu sorrir
Jasmim Fernandes, 21 de Janeiro de 2010
Aos olhos das estrelas
Acompanhada de um vazio indescitivel
Ao som das promessas ouvidas
Te esperei como num sonho
Ao súbito do anseio frustado.
Recorro a melodia de poemas imediatos
Em contraste com o desejo, no momento, insasiável.
O corpo pede a presença a alma expressa decepção
O que tem a ser registrado é confundido:
Quem sabe um desabafo, talvez declaraçao
A brisa da noite
Traz consigo as palavras.
Palavras essas que decifram sentimentos,
Que compoem pensamentos,
Que ilustram sensaçoes.
E naturalmente, assim como sorrio ao seu lado
Estes versos foram dedicados.
Mas o seu nome nao escrevi,
Eles ficarao guardados
Caso volte para mim.
Nao sei ao certo o que aconteceu
Foi muito rapido, nao aprendi
Parece ter acabado mas quem sabe logo alí
O destino nos reapresenta
E você pede para eu sorrir
Jasmim Fernandes, 21 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Isso aqui anda meio abandonado...
Bom, primeiramente: FELIZ 2010 :D Não vou começar com aquele papinho clichê de todo começo de ano, renovação e blablabla...
O poema que postei aqui abaixo é o primeiro do ano, por isso entendam que ainda estou esquentando, hahaha.
Como na maioria das vezes eu falo de amor, de tentar mais uma vez, de se entregar pra fazer valer a pena, de não temer o amor.
A cada passo desfaço o que um dia assegurei.
Ameaço o futuro, hoje incerto, que antigamente planejei.
Caminhos trilhados, nem sempre asfaltados
Por tombos sofridos quase nunca esperados.
A razão ja esteve em primeiro lugar
Hoje o sentimento e a emoção insistem em voltar.
O medo de um novo erro suspira, tenta alertar.
“Não adianta, não insista a vontade tende a renovar.”
A sensação de estar entregue as surpresas da paixão
Cambaleia, recua, pensa em dizer não
A vontade de tentar, o amor, o amar.
Estimulam e sugerem deixar o tempo passar.
Perder tempo é ter medo de errar.
Aprender sem medo de ousar.
Jasmim Fernandes , 6 de Janeiro de 2010.
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