quarta-feira, 16 de junho de 2010

Saindo um pouco da rontina simplesmente amorosa, mas não deixando o amor de lado:

Esta é uma redaçao que fiz no e resolvi posta-la aqui:

O homem contemporâneo apresenta uma mecanização afetiva que acompanha o desenvolvimento tecnológico. A superficialidade das relações sociais ameaçam e aguçam os mais diversos conflitos mundiais. Os habitantes deste planeta saturado de explorações irracionais não sabem lidar com o progresso.
O amor ao próximo torna-se dispensável, o egocentrismo comum. As famílias estão fragmentadas cada membro no seu universo particular, construindo, ou não, os seus valores pessoais. Isto faz com que o real significado da família seja anacrônico, resultando na efemeridade das relações fora delas.
As pessoas não se entendem, anseiam por rapidez e satisfação das suas vontades, independente da repercussão. As guerras, massacres, a má distribuição da renda e os mais diversos conflitos políticos são constantes e desestabilizam a "equanimidade" mundial, que deveria existis, ja que na teoria o homem é um ser pensante e caracterizado pela empatia.
A desorganização está presente nas relações e na forma como se lida com o planeta terra, o indivíduo frio e mecanizado em que foi transformado o SER humano tem sofrido constantemente com a resposta da natureza por intermédio das graves catástrofes naturais.
A super valorização do consumismo e o esquecimento dos sentimentos, fazem a sociedade vulnerável ao caos. O imediatismo impossibilita uma visão transformadora para o futuro. Porém, são necessárias medidas drásticas e eficazes para a retomada dos valores antes inerentes a essencia humana.


Jasmim Fernandes 16 de junho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

Agora só eu e o banco.



Naquele banco…

Um canto de recordação me apareceu

Você parecia está alí relembrando o quanto fui feliz.

Mas não parecia você…



Naquele branco…

Revelaçoes eu ouvi, naquele dia me foram angustiantes

Agora sem sentido nem repercussão

Não me parecia uma voz conhecida…



Naquele banco…

Fizemos planos para o dia seguinte

O tempo se desfazia rapidamente.

Não sei se realmente foi tudo de verdade…



Agora naquele banco…

Alguns minutos transformam-se em segundos

As cenas emergem no meu pensamento

E não me parece mais do que solidão…



Agora naquele banco…

Entendo o que se passa…

A sensação que me deixa é de renovação.

Não é mais você que aparece nos meus sonhos…



Agora naquele banco…

Os rostos outrora nítidos se fazem brandos

Concientes de que precisam de reformulação

Não consigo mais reconhece-los…



Agora naquele banco…

O meu destino parece certo…

Não se pode viver de recordação

Se pode tentar, ser um novo amante

Não lembro de onde me veio inspiração…




Jasmim Fernandes 6 de Junho de 2010