segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

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A noite, à meia luz
Aos olhos das estrelas
Acompanhada de um vazio indescitivel
Ao som das promessas ouvidas
Te esperei como num sonho

Ao súbito do anseio frustado.
Recorro a melodia de poemas imediatos
Em contraste com o desejo, no momento, insasiável.
O corpo pede a presença a alma expressa decepção
O que tem a ser registrado é confundido:
Quem sabe um desabafo, talvez declaraçao

A brisa da noite
Traz consigo as palavras.
Palavras essas que decifram sentimentos,
Que compoem pensamentos,
Que ilustram sensaçoes.

E naturalmente, assim como sorrio ao seu lado
Estes versos foram dedicados.
Mas o seu nome nao escrevi,
Eles ficarao guardados
Caso volte para mim.

Nao sei ao certo o que aconteceu
Foi muito rapido, nao aprendi
Parece ter acabado mas quem sabe logo alí
O destino nos reapresenta
E você pede para eu sorrir


Jasmim Fernandes, 21 de Janeiro de 2010

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